TSE: totalização dos votos é aberta, auditável e segura
Júlio Valente detalha criptografia, checagem por chaves privadas e uso da biometria para proteger eleições de 2026.

A totalização dos votos no Brasil é pública, descentralizada nas seções eleitorais, aberta e auditável, disse Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE.
Com o calendário avançando rumo ao pleito de 2026, Valente afirmou que a infraestrutura tecnológica da Justiça Eleitoral — incluindo transmissão por canais criptografados e checagem com chaves privadas — sustenta a segurança do processo.
Valente listou a biometria como uma das principais ferramentas de segurança e explicou que a urna eletrônica gera o resultado na própria seção eleitoral, não em uma apuração centralizada; ele falou na terceira matéria da série de entrevistas do Tribunal sobre engenharia de segurança do voto.
"A urna eletrônica brasileira é um projeto de engenharia... Nesses 30 anos, nunca surgiu nenhuma evidência de fraude no processo eleitoral", afirmou Júlio Valente, defendendo o desenvolvimento nacional do equipamento.