Lula e Alckmin protocolam programa de governo de 84 páginas no TSE
Documento lista 13 pontos temáticos e diz que mantém o novo arcabouço fiscal sancionado em agosto de 2023

A chapa Lula-Alckmin protocolou no TSE, na última sexta-feira (7), um programa de governo de 84 páginas.
O texto sugere medidas para um eventual quarto mandato e promete manter o novo arcabouço fiscal sancionado em agosto de 2023.
O documento, intitulado “Diretrizes para o programa de transformação do Brasil: um país soberano, democrático, desenvolvido, sustentável e criativo”, traz 13 pontos temáticos: democracia, participação social e modernização do Estado; combate às desigualdades; segurança pública; educação; saúde; cultura e esportes; direito à cidade; sustentabilidade e digitalização da economia; segurança alimentar e produção agrícola; segurança e transição energética; sustentabilidade ambiental; trabalho; soberania nacional e protagonismo internacional.
No tema de Defesa, o programa defende autonomia estratégica, indústria de defesa sólida, fortalecimento da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e orçamento para Forças Armadas bem equipadas.
O texto trata fronteiras como espaços estratégicos de integração e desenvolvimento e aponta a integração sul-americana, incluindo Mercosul, como o “primeiro círculo de projeção estratégica do Brasil”.
Em economia, o programa elogia o novo arcabouço fiscal por controlar despesas sem prejudicar políticas sociais, anuncia prioridade para reduzir taxas de juros, ampliar investimentos em infraestrutura logística e social, e incentivar inovação, IA e minerais críticos.
O documento também promete manter ritmo de concessões rodoviárias e intensificar concessões ferroviárias, com leilões e repactuação de contratos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-geraldo Alckmin apareceram juntos na sanção do PL nº 2465/2026 no Palácio do Planalto, evento citado no material.
84 páginas — tamanho do programa
13 — pontos temáticos listados
agosto de 2023 — sanção do novo arcabouço fiscal
A coligação Lula-Alckmin afirma que “é mais do que um conjunto de propostas. É um compromisso histórico com o futuro do Brasil.”