Valdecir Miotello defende área industrial e cobra avanço no Hospital Henrique Lage
Projeto prevê R$ 15 milhões; compra do prédio do INSS terá de ser discutida pela Câmara sem financiamento

Vereador Valdecir Miotello defendeu a criação de uma área industrial e cobrou avanços no Hospital Henrique Lage em entrevista na segunda (17).
O projeto da área industrial prevê R$ 15 milhões em investimentos, com possibilidade de execução por etapas; um ofício da vereadora Ema pediu nomes e CNPJs das mais de 20 empresas interessadas.
Miotello disse que “arrisca” apoiar a área industrial e pediu detalhamento das empresas interessadas; Ema encaminhou ofício solicitando nomes e CNPJs.
Sobre o prédio do INSS, o financiamento de R$ 2 milhões foi retirado do projeto; Miotello espera que a Câmara discuta a compra usando recursos próprios e afirmou que o prédio poderá ser usado pela Câmara de Vereadores.
No Hospital Henrique Lage, Miotello relatou reunião com a direção da unidade, preocupação com a situação financeira e que mudanças internas ainda não são perceptíveis para a população.
Ele cobrou retomada das obras do centro cirúrgico e afirmou que documentos da gestão anterior indicam existência de projetos para gases e instalações hidrossanitárias.
Miotello relatou que a chefia de gabinete informou novidades no hospital a partir de 1º de setembro, incluindo chegada de mais médicos e novas funções.
Sobre o Conecta Saúde, manteve críticas feitas na tribuna, defendeu mais atendimento presencial para idosos e propôs vagas presenciais em cada unidade; contestou exigir identificação de reclamantes.
R$ 15 milhões — investimento previsto para a área industrial
R$ 2 milhões — financiamento retirado da compra do prédio do INSS
Mais de 20 — empresas que o Executivo diz ter interesse em se instalar
1º de setembro — data em que novidades no hospital são esperadas
"Eu acho que tá na hora da gente deixar essa politicagem", disse Valdecir Miotello ao defender o repasse dos projetos ao atual comando do hospital.
A próxima etapa é a discussão na Câmara sobre a compra do prédio do INSS com recurso próprio; aguarda-se resposta ao ofício que lista nomes e CNPJs das empresas interessadas e o repasse dos projetos do centro cirúrgico à direção para avanço da obra.