Moradores do Caminhos da Eulália pedem novas saídas e melhorias no transporte
Bairro às margens da BR-470 cresceu, mas acesso único, falta de paradas e ruas esburacadas viram reclamações

Moradores do bairro Caminhos da Eulália, às margens da BR-470, cobram novas alternativas de acesso além da Rua Joaquim Toniollo e melhorias no transporte coletivo e nas ruas.
A demanda direta afeta deslocamentos até serviços como escolas e saúde e inclui pedido por paradas de ônibus em locais específicos já solicitadas à prefeitura.
O presidente da Associação de Moradores, Alberto Oliveira, vive no bairro há cerca de 21 anos e diz que o acesso principal é “praticamente todo pela Rua Joaquim Toniollo”; ele lembra haver outra estrada de chão que leva à Paulina num percurso de cerca de 30 quilômetros.
O tesoureiro Elsir Vila mora no bairro há 12 anos e afirma que a entrada do ônibus foi uma conquista, mas que ainda falta instalar abrigos e paradas definidas para proteger passageiros do sol e da chuva.
O morador desde 1994, Roberto Dal Ponte, e outros reclamam das condições das ruas: trânsito de veículos pesados de empresas locais, chuvas constantes e buracos que reaparecem após reparos.
Oliveira relata ter perguntado ao prefeito Amarildo sobre a instalação de novas paradas e que o prefeito respondeu ter mandado fazer as paradas.
21 anos — tempo de moradia de Alberto Oliveira
12 anos — tempo de moradia de Elsir Vila
1994 — ano desde quando Roberto Dal Ponte mora na região
~30 km — percurso pela estrada de chão que sai na Paulina
"O acesso é praticamente todo pela Rua Joaquim Toniollo", disse Alberto Oliveira ao descrever a concentração dos trajetos.
Próximo passo: moradores aguardam a instalação das paradas solicitadas e propostas de duas alternativas de ligação — uma por trás do Aeroclube e outra por baixo — que sairiam em direção ao centro.