Bia Kicis e Michelle Bolsonaro registram familiares como primeiros suplentes ao Senado
As candidatas do PL no Distrito Federal oficializaram os nomes neste sábado (15); primeiro suplente assume em caso de vacância.

Bia Kicis e Michelle Bolsonaro registraram neste sábado (15) candidaturas ao Senado pelo PL no Distrito Federal com familiares como primeiros suplentes.
O primeiro suplente assume o mandato em caso de afastamento ou vacância do titular, segundo as regras eleitorais para o Senado.
Bia Kicis registrou o filho Samuel Kicis de Sordi como primeiro suplente; Samuel declarou patrimônio de R$ 228 mil e já foi tesoureiro-geral do PSL-DF em 2019.
Michelle Bolsonaro registrou o irmão Diego Torres Dourado como primeiro suplente; Diego foi nomeado assessor especial do governador Tarcísio de Freitas em janeiro de 2023 e deixou o cargo em novembro de 2025.
Em fevereiro deste ano, Diego voltou ao serviço público como diretor do Departamento de Parcerias e Transferências Intergovernamentais da Prefeitura de São Caetano do Sul, com salário-base de R$ 26.799,11.
Outras chapas do Distrito Federal tiveram suplentes variados: Erika Kokay (PT) terá Giulia Tadini (PSOL-DF) como primeira suplente e Samuel Domingues (PT) como segundo; Leila Barros (PDT) registrou Raphael Sodré (Rede) e Tetê Monteiro (PSOL) como primeira e segunda suplentes, respectivamente.
Patrimônios declarados ao TSE: • Michelle Bolsonaro — R$ 4.486.170,75 • Bia Kicis — R$ 1.330.688,17 • Samuel Kicis de Sordi — R$ 228.000 • Diego Torres Dourado — R$ 298.000 • aplicações de Michelle somam cerca de R$ 4,1 milhões.
Bia Kicis cumpre o segundo mandato na Câmara dos Deputados; Samuel trabalhou como consultor contábil em Lima, no Peru, quando foi nomeado tesoureiro-geral do partido em 2019.