Miguel Coelho diz que saída da disputa ao Senado poderia ter deixado “menos fissuras”
Ele confirmou a retirada em 1º e anunciou candidatura à Câmara Federal, preservando a reeleição do irmão Fernando Filho.

Miguel Coelho afirmou que sua saída da disputa ao Senado poderia ter deixado "menos fissuras".
A retirada de Miguel ocorreu no último dia 1º; ele decidiu disputar a Câmara Federal em vez do Senado para não prejudicar a reeleição do irmão Fernando Filho.
Miguel falou nesta segunda (10) ao programa Edenevaldo Alves, da Rádio Petrolina FM, e disse que não guarda mágoas de Raquel Lyra, a quem chamou de líder do processo. Ele afirmou que recebeu de Raquel sinalização de que teria espaço na chapa majoritária antes da mudança.
Durante a entrevista, Miguel citou Fernando Dueire (PSD), Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadelha (PSD) como nomes legitimados para disputar as vagas ao Senado. Ele disse que compreende a decisão como parte da estratégia de reeleição de Raquel Lyra.
Miguel explicou que só aceitou ser candidato a deputado federal se houvesse garantia de que a reeleição de Fernando Filho não correria risco. Ele e aliados avaliaram a distribuição de votos: Fernando Filho tem mais da metade da votação fora de Petrolina, onde Miguel foi prefeito por dois mandatos.
Miguel defendeu que as duas candidaturas não são disputa interna e afirmou: "Miguel não disputa com Fernandinho, nem Fernandinho perde com Miguel. A gente ganha um com o outro."