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João Campos anuncia quatro hospitais e 1.400 leitos em Pernambuco

Plano prevê HGM com 900 leitos e R$750 milhões; campanha diz que interior terá 500 leitos e R$500 milhões

Redação POLITICA.PE16 de ago. de 2026 · 15h022 acessos📲 Enviar no WhatsApp
João Campos anuncia quatro hospitais e 1.400 leitos em Pernambuco
Reprodução: jc.uol.com.br

João Campos (PSB) anunciou neste domingo (16), primeiro dia de campanha ao governo de Pernambuco, a construção de quatro hospitais públicos com 1.400 leitos.

A proposta prevê 900 leitos no Hospital Geral Metropolitano (HGM) e 500 leitos em três unidades no interior, com investimento total mencionado de R$750 milhões para o HGM e R$500 milhões para o interior.

O HGM será situado entre as BRs 232 e 101, entre o Recife e Jaboatão dos Guararapes, e terá emergência, centro de trauma, UTIs, centro cirúrgico e diagnóstico por imagem.

A campanha estima que o HGM empregará cinco mil profissionais, incluindo 700 médicos e dois mil enfermeiros e técnicos.

Os três hospitais do interior são o Hospital da Criança do Agreste (Caruaru), o Hospital Geral do Araripe (Araripina) e o Hospital Geral do Vale do São Francisco (Petrolina).

"Será um movimento firme no sentido de aproximar a saúde pública do povo pernambucano, com 500 novos leitos no interior do Estado e investimento de 500 milhões", disse João Campos durante o anúncio.

A campanha afirma que o objetivo é que todo cidadão do Estado tenha acesso a uma grande unidade hospitalar a pelo menos duas horas de distância de onde mora.

A matéria levanta perguntas operacionais: quanto custará manter 900 leitos em funcionamento, se os R$750 milhões incluem equipamentos, e de onde virão profissionais, insumos e custeio anual.

Também questiona a integração do HGM com a rede existente, em especial com o Hospital da Restauração, que passa por requalificação no atual governo: quais serviços serão transferidos e como ficará a regulação.

No interior, a matéria lembra que hospitais regionais só cumprem a função se houver especialistas, equipes, diagnóstico, UTIs, medicamentos, regulação e transporte sanitário, caso contrário continuarão dependendo da capital.