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Juros altos, gastos fora de controle e dívida elevam risco para 2027

Projeções e alertas da equipe econômica colocam ajuste fiscal no centro da disputa eleitoral que começa neste domingo.

Redação POLITICA.PE16 de ago. de 2026 · 04h338 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Juros altos, gastos fora de controle e dívida elevam risco para 2027
Reprodução: jc.uol.com.br

Juros altos, despesas públicas descontroladas e dívida crescente tornam 2027 um ano difícil para o próximo governo.

Exige ajuste fiscal a partir de 2027: redução de gastos e dos juros para evitar uma crise econômica — e possivelmente política — no país.

A abertura oficial da campanha neste domingo é oportunidade para que candidatos tratem da realidade financeira; os principais concorrentes pouco se manifestam sobre o tema.

A equipe econômica tem sinalizado melhores caminhos ao mercado e alertado que pautas-bomba no Congresso, que elevem gastos, deixariam o país ingovernável em pouco tempo.

O corte de gastos obrigatórios, até agora tabu em gestões petistas, entrou em discussão diante da gravidade do quadro fiscal.

96% do PIB — relação dívida/PIB em 2025

100% do PIB — projeção do FMI para 2027

106% do PIB — projeção do FMI para 2031

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou: "Nós estamos vivendo um momento eleitoral. Precisa ver o que vai ser a eleição e, depois da eleição, abrir quais são as propostas." Ele também disse que programas sociais e benefícios fiscais devem ser revistos para abrir espaço a investimentos.

A expectativa é que o tema esteja presente em entrevistas, sabatinas e debates com os candidatos durante a campanha.