ELEIÇÕES 2026Faltam 49 diasCandidatos →
InícioEleições
Eleições

Ivan Moraes diz que segurança virou "estratégia de marketing" de Raquel Lyra

O candidato do PSOL criticou nesta quinta (13), no debate da Adeppe no Recife, prioridades da gestão e recebeu um caderno de propostas dos delegados.

Redação POLITICA.PE13 de ago. de 2026 · 23h313 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Ivan Moraes diz que segurança virou "estratégia de marketing" de Raquel Lyra
Reprodução: jc.uol.com.br

Ivan Moraes, candidato ao Governo de Pernambuco pelo PSOL, afirmou nesta quinta (13) que a segurança pública do governo Raquel Lyra (PSD) "se parece muito mais com estratégia de marketing" do que com medidas eficazes.

A Adeppe entregou a Moraes um caderno com propostas que incluem a criação da Secretaria de Segurança Pública e Persecução Criminal e a autonomia administrativa da Polícia Civil.

No debate da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco, no Recife, o presidente da Adeppe, delegado Diogo Victor, apresentou diagnóstico sobre déficit de estrutura, integração, efetivo e investimentos, além da expansão de crimes digitais e organizações criminosas.

O caderno também defende a regulamentação estadual da Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis, política permanente de valorização e atenção à saúde mental dos policiais e modernização das unidades do interior.

municípios com mais de 200 mil habitantes — delegacias funcionando ininterruptamente

unidades previstas em lei — implantação das delegacias de Ipojuca e Ouricuri

áreas citadas — fortalecimento contra crimes cibernéticos, corrupção e lavagem de dinheiro

Moraes criticou a distribuição do efetivo e o emprego dos policiais recém-formados, os chamados "laranjinhas", e pediu uso mais estratégico desses profissionais onde a presença ostensiva previne crimes.

Ele defendeu redirecionar investimentos para inteligência, visando desarticular as estruturas que financiam e comandam organizações criminosas, atacando "o dinheiro, o comando e a corrupção".

Moraes disse que pretende formular a política de segurança ouvindo policiais, pesquisadores, sociedade civil e moradores dos territórios afetados, sem concentrar decisões apenas no gabinete do governador.