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TOM LYRA propõe “Tocantins 2050” para transformar economia com tecnologia

Projeto de Estado de 25 anos une universidades, empresários, produtores, prefeitos, Assembleia e governo para oito frentes de desenvolvimento

Redação POLITICA.TO12 de ago. de 2026 · 22h345 acessos📲 Enviar no WhatsApp
TOM LYRA propõe “Tocantins 2050” para transformar economia com tecnologia
Tom Wildoner (CC BY-SA 4.0) via Wikimedia Commons

Tom Lyra propõe criar o projeto Tocantins 2050, um plano de Estado de 25 anos para transformar a economia local pela inteligência.

O projeto prevê escolher oito frentes que liderarão o crescimento estadual nas próximas décadas, com metas e formação de jovens técnicos.

O autor lista os ativos do Tocantins: estado jovem, localização estratégica, liderança no agronegócio, grande reserva de água doce, potencial energético, patrimônio ambiental e turismo.

As oito frentes propostas são: economia digital; AgroTech; bioeconomia; energia limpa; logística; turismo inteligente; educação tecnológica; internacionalização do Tocantins.

Na economia digital, a meta é formar milhares de programadores, especialistas em inteligência artificial, cibersegurança e análise de dados.

No AgroTech, a meta é tornar o estado referência em agricultura de precisão, drones, sensores inteligentes, biotecnologia e gestão agrícola.

Na bioeconomia, a proposta é agregar valor à biodiversidade do Cerrado e da Amazônia tocantinense.

Em energia limpa, o foco é aproveitar potencial em energia solar, biomassa e hidrogênio verde.

Na logística, o objetivo é transformar a posição geográfica do estado no maior corredor entre Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

No turismo inteligente, a proposta é usar tecnologia para promover Jalapão, Araguaia, Ilha do Bananal, Serras Gerais e o Cantão.

Na educação tecnológica, a meta é preparar crianças e jovens para profissões ainda não existentes.

Na internacionalização, a ideia é criar política permanente para atrair investimentos, empresas globais e parcerias estratégicas.

Tom Lyra afirma que Tocantins precisa de um projeto de Estado, não de um programa de governo, para sobreviver a eleições.

Ele propõe que universidades, empresários, produtores rurais, prefeitos, Assembleia Legislativa, Governo do Estado e sociedade civil construam o plano.

“Talvez devamos perguntar quanto custará continuar adiando essa decisão”, escreveu Tom Lyra, defendendo urgência na opção pelo desenvolvimento humano.

O próximo passo sugerido é iniciar a construção conjunta do Tocantins 2050 entre os atores locais, com metas e integração de infraestrutura digital.