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Joinville cobra União por imóvel ocupado na Rua Aquidaban

Prefeitura enviou ofícios à SPU em 3/8 e, em 11/8, à AGU e ao Ministério da Gestão pedindo esclarecimentos e providências.

Redação POLITICA.SC12 de ago. de 2026 · 12h0312 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Joinville cobra União por imóvel ocupado na Rua Aquidaban
Reprodução: aconteceuemjoinville.com.br

Prefeitura de Joinville cobrou a União sobre a ocupação do imóvel localizado na Rua Aquidaban.

Em 3 de agosto a Prefeitura enviou ofício à Secretaria de Patrimônio da União (SPU) informando a invasão; em 11/8 encaminhou ofícios à Advocacia-Geral da União (AGU) e ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos pedindo esclarecimentos e providências.

A SPU informou que mantém diálogo institucional com representantes do Movimento de Mulheres Olga Benário, atualmente instalado no imóvel, mas não detalhou a qualificação jurídica da ocupação nem apresentou cronograma de solução.

A Prefeitura afirmou que o local vinha sendo alvo de fiscalização e notificação por irregularidades de segurança e manutenção, que a ocupação não autorizada afronta a legislação sobre bens da União e que, juridicamente, o município não pode desocupar o imóvel.

A administração municipal ressaltou preocupação com a segurança do entorno e a integridade da estrutura do imóvel, além de lembrar que a cessão de imóveis públicos é vedada no período eleitoral.

A prefeitura garantiu que a política pública de proteção a mulheres vítimas de violência é executada por equipe técnica qualificada e por uma rede integrada entre forças de segurança, assistência social, saúde, educação e sociedade civil.

A cidade inaugurou recentemente a nova sede da Casa Abrigo Viva Rosa, com investimento de quase R$ 2 milhões em local sigiloso, e registrou em 2025 o atendimento de 63 mulheres e mais de 70 crianças e adolescentes na antiga unidade.

3 de agosto — ofício da Prefeitura à SPU

11 de agosto — ofícios à AGU e ao Ministério da Gestão

quase R$ 2 milhões — investimento na nova sede da Casa Abrigo Viva Rosa

2025 — 63 mulheres atendidas e mais de 70 crianças e adolescentes na antiga unidade

"Estamos fazendo tudo o que está ao alcance da Prefeitura para que essa situação seja solucionada, acionando os órgãos competentes", disse a prefeita Rejane Gambin.

Cabe à União informar o instrumento jurídico e o cronograma para destinação do imóvel, considerando a vedação de cessão em ano eleitoral.