Dezenas protestam em Sapiranga por água com cor, desabastecimento e cobranças
Moradores pedem revisão do contrato entre prefeitura e Aegea/Corsan e reclamam inutilização de poços artesianos

Dezenas de moradores de Sapiranga protestaram contra Aegea/Corsan por água com cor, desabastecimentos e cobranças indevidas.
Os participantes exigiram a revisão do contrato entre a prefeitura e a Aegea/Corsan e reclamaram da proibição do uso de poços artesianos para consumo.
O ato ocorreu em frente ao Centro Administrativo Municipal no fim da tarde desta terça-feira (11); manifestantes exibiram faixas com as frases “Fora Aegea” e “Água não é favor, é dever”.
A líder do movimento, Priscila Cavalcante, moradora do bairro São Luiz, afirmou: “No contrato diz: o abastecimento diário de água, isso não acontece, ficamos 2, 3 dias sem água; e, eles estão esburacando ruas inteiras, uma baderna”.
Os manifestantes dizem que a Aegea/Corsan comunicou que poços artesianos não podem mais ser usados para consumo sem outorga, o que gera nova cobrança e inviabiliza o uso de água considerada adequada para ingestão.
A Corsan respondeu que respeita legislação estadual e federal, lembrou que realiza manutenções em vias públicas para “ampliação, melhoria e modernização dos sistemas” e afirmou que sua atuação segue notificações do órgão DRH.
Os protestos também mencionaram o alto preço das faturas de energia elétrica e pediram movimentações do Poder Público para reduzir esse impacto.