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Messias evita comentar possibilidade de indicação ao STF e diz que "vai aguardar"

O advogado‑geral da União falou no Recife (11) ao receber homenagens de instituições jurídicas de Pernambuco.

Redação POLITICA.PE12 de ago. de 2026 · 02h326 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Messias evita comentar possibilidade de indicação ao STF e diz que "vai aguardar"
Reprodução: jc.uol.com.br

Jorge Messias evitou comentar articulações sobre indicação ao STF e afirmou: “vamos aguardar”.

Ele disse que a escolha para a Corte é prerrogativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que a decisão está sendo discutida diretamente pelo presidente.

Messias fez a declaração nesta terça (11), durante cerimônia na Faculdade de Direito do Recife (FDR), onde recebeu a Medalha do Mérito e outras honrarias como ex‑aluno.

Além da FDR, foram homenageadores o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF‑5), o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT‑6), o Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE‑PE), a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB‑PE), o Instituto dos Advogados de Pernambuco (IAP), a Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT) e o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE‑PE).

Ao retornar à instituição onde se formou em Direito, Messias afirmou que as homenagens refletem valores coletivos construídos na formação: “Não me sinto homenageado pelo trabalho individual, mas pelo trabalho coletivo…”, disse.

Formado pela Universidade Federal de Pernambuco em 2003, Jorge Messias é procurador da Fazenda Nacional, ocupa o cargo de advogado‑geral da União desde janeiro de 2023 e já foi procurador do Banco Central e consultor jurídico dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação; também tem mestrado e doutorado pela Universidade de Brasília.

11 de julho — data da cerimônia no Recife

199 anos — programação integra comemoração da UFPE

2003 — ano de formação em Direito

janeiro de 2023 — início no comando da AGU

A escolha para a vaga no Supremo depende exclusivamente de decisão presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva.