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Rússia e Ucrânia trocam 206 prisioneiros em operação realizada na quarta (19)

Foram liberados 103 detentos de cada lado; troca incluiu militares e prisioneiros capturados

Redação POLITICA.GO19 de ago. de 2026 · 13h032 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Rússia e Ucrânia trocam 206 prisioneiros em operação realizada na quarta (19)
Reprodução: goyaz.com.br

Rússia e Ucrânia realizaram na quarta (19) troca bilateral que repatriou 206 prisioneiros: 103 de cada lado.

A operação incluiu militares e outros detidos; o presidente ucraniano informou que entre os retornados havia membros das Forças Armadas, do Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras e da Guarda Nacional.

O Ministério da Defesa da Rússia publicou declaração e veículos oficiais russos divulgaram detalhes da lista de prisioneiros entregues; a presidência ucraniana comunicou a devolução em canal oficial.

Dmytro, ucraniano de 29 anos, disse ter passado três anos em cativeiro antes de retornar e reencontrar a família; “não me considero herói”, afirmou, e pediu que famílias mantenham esperança.

Outro libertado, soldado de 43 anos, relatou 28 meses de detenção com contato familiar restrito, pouca informação do exterior e dependência da correspondência das famílias.

O chefe da inteligência militar ucraniana anunciou expectativa de nova troca antes do fim deste mês e citou prioridade para combatentes que defenderam Mariupol e detidos por longos períodos.

Autoridades e grupos humanitários pedem mecanismos que acelerem trocas e permitam verificação independente do estado de saúde; organizações de apoio participarão do atendimento inicial e da documentação pós-libertação.

Trocas periódicas ocorrem desde o início da invasão, em 2022, apesar da ausência de acordo de paz; especialistas dizem que continuidade depende do ritmo dos confrontos e da disponibilidade de canais confiáveis.

103 — prisioneiros libertados por cada país

206 — total de prisioneiros repatriados em 19

3 anos — tempo que Dmytro afirmou ter passado em cativeiro

28 meses — tempo de detenção relatado por outro soldado

As autoridades não divulgaram lista completa por motivos de segurança e para permitir triagem humanitária antes da reintegração dos ex-detentos às comunidades locais.

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