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Lula mostra o dedo do meio durante cerimônia no Palácio do Planalto

No evento, o governo anunciou R$ 464,8 milhões em entregas e investimentos nas áreas de saúde, educação e habitação.

Redação POLITICA.GO20 de ago. de 2026 · 05h332 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Lula mostra o dedo do meio durante cerimônia no Palácio do Planalto
Prefeitura Municipal de Planalto/RS (CC BY-SA 4.0) via Wikimedia Commons

Lula mostrou o dedo do meio durante discurso em cerimônia no Palácio do Planalto nesta sexta.

O evento encerra a semana de agendas do presidente às vésperas das restrições do calendário eleitoral, que começam neste sábado, com três meses para o 1º turno.

O presidente criticou a ideia de que pobres não gostam de coisas boas e fez o gesto ao defender ampliação de tratamentos de qualidade para população de baixa renda.

Lula afirmou que o governo quer modernizar o atendimento odontológico pelo programa Brasil Sorridente, com limpeza, obturação, tratamento de canal e próteses por escaneamento e impressão 3D.

No discurso, ele disse que incomoda ver pessoas de 20 ou 30 anos sem dentes e lembrou distribuição de dentaduras em cestas por políticos no passado.

O governo anunciou entregas e investimentos que somam R$ 464,8 milhões, incluindo ambulâncias, unidades odontológicas móveis, micro-ônibus para transporte de pacientes e equipamentos para unidades de saúde.

Foi inaugurada a Unidade Oncológica Dona Lindu, do Hospital do Amor, em Garanhuns (PE), terra natal do presidente; o investimento federal foi de R$ 73,9 milhões e a unidade terá capacidade para cerca de 20 mil atendimentos mensais.

R$ 464,8 milhões — total de entregas e anúncios feitos na cerimônia

R$ 73,9 milhões — investimento federal na Unidade Oncológica Dona Lindu, em Garanhuns (PE)

20 mil — capacidade estimada de atendimentos mensais na unidade oncológica

"Precisamos acabar com essa ideia de que o pobre não gosta de coisa boa... Nós gostamos de coisa boa, queremos tudo de primeira", disse Lula no Palácio do Planalto, enquanto fez o gesto.

As restrições do calendário eleitoral passam a valer neste sábado, quando faltam três meses para o primeiro turno das eleições de outubro.

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