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Crédito rural empresarial somou R$ 28,2 bilhões em julho, primeiro mês da safra 2026/2027

CPR responderam por R$ 18,8 bilhões; recursos equalizáveis têm programação de R$ 97,6 bilhões para a safra

Redação POLITICA.GO10 de ago. de 2026 · 22h3210 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Crédito rural empresarial somou R$ 28,2 bilhões em julho, primeiro mês da safra 2026/2027
Reprodução: jornaldovale.com

A agricultura empresarial contratou R$ 28,2 bilhões em crédito rural em julho, primeiro mês da safra 2026/2027.

A programação orçamentária de recursos equalizáveis para a safra soma R$ 97,6 bilhões pela Portaria MF nº 2.170/2026; R$ 1,3 bilhão desses recursos foi concedido em julho.

As Cédulas de Produto Rural (CPR) responderam por R$ 18,8 bilhões, 66,6% do total; o custeio convencional somou R$ 6,5 bilhões, 23% das contratações.

No custeio, o Pronamp registrou R$ 3,5 bilhões, 53,5% do total da modalidade; os demais produtores empresariais contrataram R$ 3 bilhões, 46,5%.

Operações de comercialização somaram R$ 1,5 bilhão em julho; a industrialização registrou R$ 891 milhões.

Programas de investimento totalizaram R$ 118,1 milhões em julho, com R$ 56 milhões pelo RenovAgro e R$ 31 milhões pelo Pronamp Investimento.

Foram realizados 26.034 contratos de crédito rural no mês; 12.940 contratos foram operações de CPR.

Fora do Pronamp, médios e grandes produtores contrataram R$ 5,9 bilhões, 21% do total; no Pronamp foram R$ 3,5 bilhões, 12,4% do total.

Por região, o Sul liderou com R$ 3,6 bilhões e 6.887 contratos; Sudeste teve R$ 2,5 bilhões; Centro-Oeste R$ 2,2 bilhões; Nordeste R$ 678 milhões; Norte R$ 400 milhões.

O tíquete médio chegou a R$ 1,25 milhão no Centro-Oeste e R$ 529 mil no Sul.

Entre fontes controladas, Recursos Obrigatórios responderam por R$ 3,9 bilhões, 69,8% desse grupo de fontes.

Entre fontes não controladas, a LCA Livre foi a principal captação privada, com R$ 3,4 bilhões destinados ao crédito rural.

Nos programas equalizáveis de investimento foram contratados R$ 56,1 milhões pelo RenovAgro, R$ 20,7 milhões pelo Pronamp e R$ 17,6 milhões pelo Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

No mês, o Banco do Brasil concentrou 86,8% das concessões equalizáveis de investimento e 68,9% das linhas equalizáveis de custeio e comercialização; Cresol teve 11%, Sicredi 10% (12,8% do investimento) e Credicoamo 8,9% das concessões de custeio e comercialização.

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