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Senado aprova urgência para SUS garantir remédio contra hipertermia maligna

PL 154/2026 determina fornecimento em até dez minutos durante anestesias gerais; proposta segue para CAS

Redação POLITICA.NEWS12 de ago. de 2026 · 14h346 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Senado aprova urgência para SUS garantir remédio contra hipertermia maligna
Reprodução: www12.senado.leg.br

O Senado aprovou na CDH o PL 154/2026 que obriga o SUS a garantir medicamentos para tratar hipertermia maligna durante anestesia geral.

A proposta exige acesso tempestivo, em até dez minutos, aos fármacos necessários quando houver procedimentos com anestesia geral nas unidades do SUS.

O projeto foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) nesta quarta-feira (12) e seguirá para votação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

O autor é o senador Dr. Hiran (PP-RR), que explicou que a síndrome genética provoca febre alta, rigidez muscular e taquicardia, e que o tratamento deve começar assim que houver suspeita.

O texto cita que o dantroleno sódico é um dos fármacos a serem disponibilizados, e lembra resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) que já listam medicamentos de segurança durante atos anestésicos.

A relatora, senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), afirmou que o projeto “comanda, em verdade, um decreto unificador e racionalizador, que tem alta probabilidade de aumentar a eficiência do sistema já existente”.

A CDH rejeitou a sugestão legislativa SUG 19/2020, da CNTS, que propunha dois anos de prestação obrigatória de serviços por formados em cursos custeados com recursos públicos; a proposta será arquivada.

Também foi arquivado o PL 6.063/2023, de Paulo Paim (PT-RS), porque a Lei 15.371, de 2026, já regulamentou licença-paternidade e alterou regras relacionadas; o relator foi Hermes Klann (PL-SC) e o relatório foi lido por Roberta Acioly (Republicanos-RR).

PL 154/2026 — obriga SUS a disponibilizar medicamentos para hipertermia maligna

Prazo de atendimento — remédios disponíveis em até dez minutos durante anestesias gerais

CDH — aprovou o projeto em 12 de agosto (quarta-feira)

Próxima etapa — votação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS)