Ministério da Saúde apoia projeto que inclui 700 pessoas com deficiência no trabalho
Projeto da ABEA será apresentado em 13 de junho em São Bernardo do Campo; ação tem R$ 3,9 milhões e duração de dois anos

Ministério da Saúde financia Projeto de Emprego Apoiado que inclui 700 pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
A ação tem duração de dois anos e R$ 3,9 milhões captados via Pronas/PCD; entre 400 e 450 participantes devem ser inseridos em emprego formal.
O Projeto de Emprego Apoiado da Associação Brasileira de Emprego Apoiado (ABEA) foi apresentado nesta quinta (13) no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, com presença do ministro Alexandre Padilha.
A metodologia Emprego Apoiado oferece qualificação, acompanhamento e suporte para inserção e permanência; atende pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e múltipla.
O Pronas/PCD permite que instituições sem fins lucrativos apresentem projetos de R$ 250 mil a R$ 4 milhões e captem recursos diretamente com empresas e bancos.
Desde sua criação, o Pronas/PCD aprovou 940 projetos e viabilizou aproximadamente R$ 975,5 milhões para ações na área da saúde da pessoa com deficiência.
"O local de trabalho tem que ser um espaço de promoção da saúde, não de adoecimento", afirmou o ministro Alexandre Padilha durante a apresentação.
No lançamento, metalúrgicos receberam vacina contra sarampo; em São Bernardo do Campo a recomendação ampliou a oferta da tríplice viral para quem tem de 6 meses a 59 anos.
700 — participantes na primeira etapa
R$ 3,9 milhões — recursos captados para o projeto
400–450 — expectativa de inserção no mercado de trabalho
940 — projetos aprovados pelo Pronas/PCD
R$ 975,5 milhões — recursos viabilizados pelo programa
24 — casos de sarampo confirmados no país em 2026
O Ministério da Saúde destinou 3,2 milhões de doses da tríplice viral para São Paulo e orientou ampliar a oferta vacinal em três municípios para elevar coberturas e reduzir transmissão.