Candidatos ao Senado pelo Tocantins declararam bens entre R$ 0 e R$ 12,314 milhões
Gaguim (União Brasil) tem o maior patrimônio; Apóstolo Flavio Braga declarou não possuir bens.

Gaguim (União Brasil) declarou R$ 12.314.110,00 em bens.
Isso inclui participações societárias de R$ 6,5 milhões, imóveis rurais e urbanos, veículos, quotas de imóveis e R$ 1,05 milhão em espécie.
Paulo Mourão (PT) declarou R$ 5.378.355,63 em imóveis em Porto Nacional e Brasília, fazendas, participação em empresas, aplicações financeiras, veículos e créditos por empréstimos.
Ronaldo Dimas (Podemos) declarou R$ 4.061.700,00, com residências em Palmas e Araguaína, participações societárias, veículos, embarcações, aplicações financeiras e terrenos.
Vanderlei Luxemburgo (Podemos) declarou R$ 3.777.502,01, com apartamentos, prédios comerciais, terrenos, veículos, participações societárias e aplicações financeiras.
Eli Borges (Republicanos) declarou R$ 2.964.077,13, incluindo a Fazenda Gatão avaliada em R$ 1,35 milhão, créditos por empréstimos a pessoas físicas e dinheiro em espécie.
Alexandre Guimarães (MDB) declarou R$ 2.675.614,94, entre duas fazendas, uma casa em Araguaína avaliada em R$ 850 mil, terrenos, veículos e R$ 300 mil em bovinos.
Nilton Santos (Novo) declarou R$ 2.000.000,00, referente a um terreno.
Fábio Ribeiro (Rede) declarou R$ 1.120.000,00, sendo R$ 1,1 milhão de participação no capital social de um frigorífico e R$ 20 mil em participação societária imobiliária.
Eduardo Gomes (PL), atual senador pelo Tocantins e candidato à reeleição, declarou R$ 800.000,00, referentes a dois lotes.
Professor Osvaldo (PSOL) declarou R$ 511.600,00, formados por uma chácara, dois veículos e saldo bancário.
Hélio Rodrigues Bolsonaro (Democrata) declarou R$ 300.000,00, referentes a dois lotes em Araguaína.
Osvany Luz (Democrata) declarou R$ 296.000,00, incluindo um imóvel residencial e um veículo.
Apóstolo Flavio Braga (Democracia Cristã) informou não possuir bens a declarar.
As declarações de patrimônio são autodeclaratórias, fazem parte do registro de candidatura e os valores informados ao TSE podem passar por análise da Justiça Eleitoral.