União Progressista fica neutra, mas coliga com PL em 11 estados
Decisão foi oficializada na convenção do União Brasil em 4/8; federação liberou filiados para apoiar localmente

União Progressista permaneceu neutra na disputa presidencial, mas fez coligações com o PL em 11 estados e com o PT em 4.
A decisão, oficializada pelo União Brasil na convenção nacional em 4/8, libera filiados a definirem apoios conforme cenários estaduais e prioriza acordos locais.
A federação está em coligações com o PL no Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins; em alguns desses estados há candidato da federação (Mailza Assis no Acre; ACM Neto na Bahia; Celina Leão no DF; Eduardo Riedel no MS; Joel Rodrigues no Piauí; Professora Dorinha no Tocantins) e em outros a federação ocupa vaga de vice ou integra chapa sem cabeça de chapa própria.
A União Progressista aparece em alianças com a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) no Amapá, Pará, Paraíba e Sergipe; Clécio Luís é o candidato da federação no Amapá e Lucas Ribeiro encabeça a chapa na Paraíba.
Em 12 estados não há registro de aliança nem com o PL nem com o PT: Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Santa Catarina; em alguns deles a federação lançou candidatos próprios (Roberto Cidade no Amazonas; Alysson Bezerra no Rio Grande do Norte; Hildon Chaves em Rondônia).
O PL tentou atrair a federação e trabalhou para que Tereza Cristina (PP-MS) integrasse a chapa presidencial, mas a composição foi barrada pela cúpula do PP.
Antonio Rueda, presidente do União Brasil e da União Progressista, disse que a neutralidade considerou o “peso político” do grupo e refletiria sua “maturidade política”.
11 — estados com coligação da União Progressista com o PL
4 — estados com coligação da União Progressista com o PT/Federação Brasil da Esperança
12 — estados sem aliança registrada nem com PL nem com PT