Sônia Guajajara liga terremotos na Colômbia e Venezuela à ascensão da direita
A declaração foi feita em 11.ago.2026 na PUC-SP; ela participou de painel com Marina Silva e Ediane Maria e não apresentou provas.

A deputada federal Sônia Guajajara (Psol-SP) associou, em 11.ago.2026, os terremotos na Colômbia e na Venezuela à ocupação da direita nesses países.
Guajajara fez a declaração durante painel sobre racismo ambiental e justiça climática na PUC-SP, ao lado da ex-ministra Marina Silva (PSB) e da deputada estadual Ediane Maria (Psol-SP). Ela disse não saber "o que tem a ver uma coisa com a outra" e não apresentou argumentos que sustentassem a relação.
Na 2ª feira, 10.ago.2026, um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia; o balanço oficial registra 281 mortos, 3.971 feridos, 379 desaparecidos e 348 resgatados, e o presidente Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria) mobilizou forças militares e equipes de emergência.
O governo colombiano decidiu receber socorristas apenas de Estados Unidos, Israel, Equador e El Salvador.
Em junho, dois terremotos atingiram o norte da Venezuela; o balanço chegou a 6.125 mortes em 3.ago.2026, e o país é hoje governado interinamente por Delcy Rodríguez (PSUV), elogiada por Donald Trump (Partido Republicano).
10.ago.2026 — magnitude 7,4 na Colômbia
281 — mortos na Colômbia até o balanço mais recente
3.971 — feridos na Colômbia
379 — desaparecidos na Colômbia
348 — resgatados na Colômbia
6.125 — mortos na Venezuela até 3.ago.2026
"A gente viu esses dias o que aconteceu na Venezuela, o que aconteceu agora de um modo muito grave na Colômbia", afirmou Guajajara na PUC-SP.
Não há próximos passos citados na declaração.