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Reforma dos plenários em Ribeirão Preto só deve permitir sessões presenciais em 2027

Contrato da Arcon foi rescindido em 31 de julho; quarta colocada da licitação pode ser convocada para retomar as obras.

Redação POLITICA.SP13 de ago. de 2026 · 08h034 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Reforma dos plenários em Ribeirão Preto só deve permitir sessões presenciais em 2027
Reprodução: www.tribunaribeirao.com.br

A reforma dos plenários da Câmara de Ribeirão Preto atrasou e as sessões presenciais só devem voltar em 2027.

Desde o final do ano passado as votações ocorrem virtualmente às segundas e quartas-feiras pela plataforma Zoom e pela TV Thathi.

O contrato com a Arcon Construtora Ltda., de Hortolândia (SP), foi rescindido unilateralmente em 31 de julho por atrasos sistemáticos; a Arcon concluiu apenas 22% dos serviços e havia oferecido R$ 4.765.616,33.

A presidência da Câmara ainda não definiu a data para convocar a quarta colocada, Tiete Comércio e Serviços Ltda., de Buritama (SP), que ofertou R$ 5.190.000; se recusar, será consultada a quinta colocada, J.L.A. Construções e Comércio Ltda., de São Paulo, com lance de R$ 5.230.000; se nenhuma aceitar, haverá nova licitação.

O memorial descritivo da reforma foi concluído na sexta-feira, 7, para documentar etapas executadas e subsidiar o cálculo do quanto falta investir para concluir as obras.

A reforma, iniciada em 2 de dezembro, tinha prazo contratual máximo de oito meses a partir da assinatura da ordem de serviço (ou seja, até julho) e previa entrega em maio.

As intervenções incluem revitalização dos plenários I e II, adequação ao Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), transformação do Salão Nobre em segundo plenário com sistema de votação atual, troca de carpete por material resistente ao fogo, novo telão em LED, sanitários adaptados, rampas não combustíveis, troca de piso, reforma elétrica com novo transformador, implantação de para-raios e núcleo independente de energia.

A Engelimp Infraestrutura e Serviços Ltda., de Ribeirão Preto, venceu a licitação do telhado com proposta de R$ 2.796.292,95; o contrato foi assinado em 1º de junho, a obra começou em junho e a empresa recebeu a segunda notificação publicada no Diário Oficial do Município em 10 de agosto por não cumprir o cronograma; a Câmara deu prazo de três dias úteis para apresentação de defesa.

A licitação do telhado teve 42 empresas participantes; a obra prevê troca por telhas metálicas termoacústicas, construção de reservatório para reuso de água da chuva e preparação da cobertura para futuras placas fotovoltaicas; a Câmara gasta cerca de R$ 500 mil por ano com energia elétrica.