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Governo colombiano não chega às áreas mais afetadas pelo terremoto

Igreja assume atendimento primário enquanto bloqueios impedem acesso a Quibdó, Cali, Pereira e Manizales

Redação POLITICA.SP14 de ago. de 2026 · 17h017 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Governo colombiano não chega às áreas mais afetadas pelo terremoto
Reprodução: www.metropoles.com

O governo da Colômbia não tem conseguido levar ajuda às regiões mais afetadas pelo terremoto de magnitude 7,4.

Como consequência direta, a Igreja tem assumido a atenção primária às vítimas e arrecada fundos para comprar medicamentos, comida, água e barracas (contato: colabore@acn.org.br).

María Inés Espinosa Calle, diretora-executiva da Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) na Colômbia, afirma que severas barreiras geográficas impedem o Estado de acessar Quibdó, Cali, Pereira e Manizales.

A Organização das Nações Unidas relatou bloqueios em estradas e rotas que dificultam medir a destruição e chegar às populações isoladas.

A Unidade Nacional de Gestão de Riscos e Desastres (UNGRD) registrou 287 mortos e 3.975 feridos até o último balanço.

Estimativas iniciais apontam mais de 13.000 habitações destruídas e cerca de 79.000 danificadas pelo tremor.

O governo de Abelardo de la Espriella afirma que 378 pessoas estão desaparecidas, enquanto a plataforma civil Colombia te Busca ainda não localizou 4.253 pessoas.

O governo pediu ajuda a quatro países — Estados Unidos, Israel, Equador e El Salvador — e o presidente Abelardo de la Espriella nega politização na escolha dessas cooperações.

7,4 — magnitude do terremoto

287 — mortos no último balanço da UNGRD

3.975 — feridos registrados pela UNGRD

13.000+ — habitações destruídas (estimativa inicial)

79.000 — habitações danificadas (estimativa inicial)

“A presença do Estado tem sido insuficiente devido a severas barreiras geográficas”, disse María Inés Espinosa Calle sobre o acesso às áreas afetadas.

O próximo passo é acelerar as operações de busca e resgate com o apoio dos quatro países solicitados e priorizar o transporte de ajuda humanitária às rotas desbloqueadas.