Coleta de lixo em Fartura gera acúmulo nas ruas após corte de horas extras
Vereadores e trabalhadores divergem; Moção de Apelo pede que prefeito Marcão do Haras dialogue com coletores

A coleta de lixo em Fartura registra acúmulo de resíduos nas calçadas, apesar da mudança do início do serviço para as 5 horas.
A Prefeitura reduziu o pagamento de horas extras aos coletores, e trabalhadores dizem que a medida impactou a remuneração e a valorização da categoria.
Na segunda-feira, 3, o vereador João Buranello apresentou uma Moção de Apelo pedindo que o prefeito Marcão do Haras dialogue diretamente com os funcionários.
O vereador Anderson Lima afirmou que servidores que se considerarem prejudicados podem recorrer ao Ministério Público.
O vereador Toninho do Batista declarou que nenhum direito dos trabalhadores foi retirado pela Prefeitura.
O presidente da Câmara, Bruno Guazzelli, defendeu uma negociação direta entre Prefeitura e coletores.
No programa “Fartura em Debate”, da Nova Voz FM, o advogado e ex-vereador Felipe Dognani questionou a justificativa para o corte das horas extras e afirmou: "Demoraram quase dois anos para perceber isso? Eu acredito que seja uma manobra para a privatização do serviço."
Próximo passo: a Moção de Apelo solicita diálogo imediato entre o prefeito Marcão do Haras e os coletores para buscar solução.