Advogada propõe suspender diretórios por descumprir cota feminina
Ingrid Borges sugeriu regras mais rígidas e reserva de cadeiras e falou também de deepfakes e inteligência artificial nas campanhas

Ingrid Borges afirmou que punições por descumprimento da cota feminina devem ser mais rígidas, incluindo a suspensão de diretórios municipais ou estaduais.
Ela disse que suspender diretórios seria mais efetivo do que exigir devolução de recursos ou permitir correção posterior das irregularidades.
A advogada eleitoral, com atuação na área e mestrado em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília, falou em entrevista ao PoderDataCast na quinta (13.ago.2026); o episódio tem 49 minutos e é apresentado pelo editor de Pesquisas Jonathan Karter.
Ingrid também defendeu a criação de reserva de cadeiras para aumentar a representação de mulheres, indígenas, quilombolas e pessoas negras, e afirmou que o modelo atual de reserva de candidaturas e distribuição proporcional não assegura participação suficiente.
Ela explicou as regras que passam a valer com o início oficial da campanha eleitoral em 16 de agosto e pediu ampliação da fiscalização sobre uso de inteligência artificial, conteúdos falsos e cumprimento da cota feminina.
13.ago.2026 — data da entrevista
49 minutos — duração do episódio
16 de agosto — início oficial da campanha eleitoral
30% — percentual atual da cota de vagas para candidaturas femininas
"Penso que o tribunal deveria estabelecer regras mais rígidas e, de fato, aplicar, por exemplo, a suspensão do diretório no município ou no Estado que não cumprir a cota", disse Ingrid Borges durante o programa.
O episódio faz parte da nova temporada do podcast e é transmitido ao vivo todas as quintas-feiras, às 18h30, no canal do YouTube; Ingrid afirmou que o uso de deepfakes deve gerar muitas representações eleitorais em 2026.