Vices devem ter protagonismo no próximo governo do RS
Independentemente do vencedor, companheiros de chapa terão espaço efetivo na gestão

Uma análise publicada pela colunista Rosane de Oliveira, de Zero Hora, aponta uma característica comum às principais chapas que disputam o governo do Rio Grande do Sul. Nenhuma delas tem um candidato a vice com perfil meramente decorativo.
Ernani Polo (PSD), vice de Gabriel Souza (MDB), já aparece como interlocutor da chapa com o setor produtivo e poderá desempenhar essa função em eventual governo.
Edegar Pretto (PT), vice de Juliana Brizola (PDT), tem experiência política e já assume compromissos em nome da chapa, especialmente em agendas nas quais possui maior trânsito.
Na candidatura de Luciano Zucco (PL), Silvana Covatti (PP) carrega a experiência de quem já presidiu a Assembleia Legislativa e comandou a Secretaria da Agricultura. Além disso, representa o PP dentro da aliança.
Já Cláudio Diaz, vice de Marcelo Maranata (PSDB), também é apontado como nome de linha de frente.
A conclusão da análise é clara. Seja qual for o resultado das urnas, o próximo vice-governador deverá ocupar espaço político relevante e participar ativamente da administração estadual.