PT amplia alianças estaduais e terá palanques de centro-direita para Lula
Partido soma palanques próprios em 12 estados, apoia aliados em outras unidades e fecha acordos para 19 candidaturas ao Senado

O PT chega ao início oficial da campanha de 2026 com alianças estaduais ampliadas que incluem partidos de centro e centro-direita.
O desenho dá ao partido palanques próprios em 12 estados e apoio a candidaturas aliadas em várias outras unidades, além de acordos para 19 candidaturas ao Senado.
Entre as legendas que integram as coligações estaduais estão PSD, PSB, MDB, PDT, PP e União Brasil; o PSOL também integra pelo menos uma chapa.
Lula terá palanques próprios para governos na Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e São Paulo.
Em outras unidades, o PT apoiará aliados: Renan Filho (MDB) em Alagoas; Omar Aziz (PSD) no Amazonas; Eduardo Paes (PSD) no Rio de Janeiro; João Campos (PSB) em Pernambuco; e Fábio Mitidieri (PSD) em Sergipe.
O PT apresenta 19 candidaturas ao Senado próprias ou integradas e mantém acordos com nove partidos em 18 estados; entre os aliados para o Senado estão MDB, PSB, PSD, PSOL, PV, Rede, Solidariedade, PDT e União Brasil.
“O arco construído nacionalmente também ganhou capilaridade nos estados e foi ampliado para além das legendas que integram a aliança presidencial”, declarou o presidente nacional do PT, Edinho Silva.
A direção petista diz que a expansão reflete a força política do presidente Lula e que a presença de programas e obras federais nos estados facilita a construção de acordos regionais.
Lula iniciou oficialmente a corrida eleitoral, mas continuará priorizando as atividades como chefe do Executivo; as agendas de campanha serão definidas semana a semana, segundo a direção do partido.
12 — estados com candidaturas próprias ao governo
19 — candidaturas ao Senado (próprias ou integradas)
9 — partidos com acordos estaduais para o Senado
2/3 — cadeiras do Senado serão renovadas neste ano
O próximo passo é ajustar as agendas semanais de campanha conforme disponibilidade do presidente e necessidades eleitorais de cada estado.