Mercado Livre de Energia amplia escolha do consumidor e pode reduzir custos
Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves, dirigente da ASPOMIL, pede regras técnicas e jurídicas para garantir benefícios.

Ampliação do Mercado Livre de Energia permitirá consumidores escolher fornecedores e buscar preços e serviços melhores.
O governo precisará definir medidas técnicas, regulatórias e operacionais para garantir segurança ao consumidor e equilíbrio do sistema elétrico.
A expansão será gradual e dará ao consumidor liberdade para contratar energia de diferentes fornecedores, buscando melhores preços, condições comerciais e qualidade dos serviços.
A maior competição entre fornecedores tende a pressionar preços, melhorar serviços e criar novas modalidades de contratação, enquanto consumidores decidem migrar ou permanecer no sistema regulado.
Preços altos da eletricidade elevam custos de produção industrial, despesas de comércio e serviços, e acabam incorporados aos preços pagos pelos consumidores.
A concorrência internacional leva empresas a analisar custos de energia, tributação, infraestrutura e segurança jurídica antes de investir; energia cara pode deslocar investimentos para outros países.
A matriz energética brasileira muda: grande capacidade veio de hidrelétricas, agora há forte expansão das fontes solar e eólica, mais veículos elétricos e maior digitalização econômica.
O texto foi assinado por Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves, dirigente da ASPOMIL (Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo).
O próximo passo é transformar a nova legislação em um sistema com regras claras, fiscalização eficiente, proteção ao consumidor e segurança jurídica para investimentos.