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China pede participar da disputa do Brasil na OMC contra tarifas dos EUA de até 37,5%

Pequim protocolou em Genebra, em 10 de agosto, pedido para ser terceira parte nas consultas abertas pelo Brasil em 30 de julho.

Redação POLITICA.RS15 de ago. de 2026 · 20h0411 acessos📲 Enviar no WhatsApp
China pede participar da disputa do Brasil na OMC contra tarifas dos EUA de até 37,5%
Reprodução: www.brasildefato.com.br

A China protocolou em Genebra, em 10 de agosto, pedido para participar como terceira parte nas consultas da OMC abertas pelo Brasil contra tarifas dos EUA de até 37,5%.

A medida amplia o contencioso que a China iniciou em 2018 contra a Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA de 1974, que Pequim considera permitir sanções unilaterais.

O pedido chinês diz ter interesse comercial substancial na disputa; o Brasil abriu seu caso na OMC em 30 de julho; o Ministério do Comércio da China classificou a alíquota de 12,5% aplicada a produtos chineses como ato de unilateralismo e protecionismo.

Em 12 de agosto, China e Indonésia fizeram um exercício naval conjunto em águas a leste de Taiwan, com comunicações marítimas, manobras de formação e reabastecimento no mar; Taiwan condenou a atividade como provocação militar.

Liu Haixing, chefe do Departamento Internacional do Partido Comunista da China, encontrou-se com o presidente cubano Miguel Díaz‑Canel e com Emilio Lozada García em Havana nos dias 9 e 10 de agosto; Pequim anunciou apoio a Cuba diante do bloqueio dos EUA, incluindo US$ 80 milhões, 60 mil toneladas de arroz e 5 mil sistemas fotovoltaicos.

Zhu Rongji, vice‑premiê desde 1991 e premiê entre 1998 e 2003, teve seu obituário divulgado pelo Comitê Central do Partido Comunista, pelo Legislativo, pelo Conselho de Estado e pelo órgão consultivo político, que destacaram reformas econômicas atribuídas a ele.

37,5% — tarifa máxima aplicada pelos EUA na disputa.

12,5% — alíquota aplicada a produtos chineses qualificada por Pequim como protecionista.

10 de agosto — data do protocolo chinês em Genebra.

30 de julho — data em que o Brasil abriu o caso na OMC.

US$ 80 milhões, 60 mil toneladas de arroz, 5 mil sistemas fotovoltaicos — apoio anunciado pela China a Cuba.

561 mil — novas empresas registradas em setores de fronteira e alta tecnologia no 1.º semestre de 2026.

55 mil — novas empresas em IA generativa, alta de 28%.

116 mil — novas empresas em robótica humanoide, alta de 9,5%.

185,7% — aumento de novos fabricantes de naves espaciais e veículos lançadores.

330 mil — empresas de manufatura de alta tecnologia após 15 mil adições.

7.632 — empresas ligadas a veículos de nova energia que encerraram atividades.

5.089 — empresas do setor fotovoltaico que encerraram atividades.

Liu Haixing descreveu China e Cuba como “bons amigos, bons camaradas e bons irmãos”, ao reafirmar apoio ao caminho socialista cubano e pedir o fim do bloqueio dos EUA.

O Brasil já abriu o caso na OMC em 30 de julho; a China fez o protocolo para integrar as consultas em 10 de agosto.