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Brigada de 30 jovens de nove países chega a Caracas para 11 dias de solidariedade

Entre 15 e 26 de agosto, participantes vão a comunas, abrigos de terremoto e locais de bombardeio para trabalhos e formação

Redação POLITICA.RS17 de ago. de 2026 · 21h323 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Brigada de 30 jovens de nove países chega a Caracas para 11 dias de solidariedade
Reprodução: www.brasildefato.com.br

Cerca de 30 jovens de nove países da América Latina chegaram a Caracas nesta segunda-feira (17) para uma brigada de mais de dez dias organizada pela ALBA Movimentos.

A atividade ocorrerá entre 15 e 26 de agosto de 2026 e inclui vivências em comunas socialistas, visitas a abrigos de vítimas do terremoto de 24 de junho e ações de voluntariado, cultural e de plantio de árvores.

Participam militantes do Brasil, Argentina, Colômbia, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Chile e Panamá; o grupo visitará também locais atingidos pelo bombardeio estadunidense de 3 de janeiro.

A brigada foca em formação política sobre a revolução bolivariana e na assistência às vítimas do duplo terremoto que matou mais de 6 mil pessoas e deixou cerca de 23 mil desabrigados.

Hernán Vargas, representante venezuelano da ALBA Movimentos e militante do movimento de moradia, disse que ALBA nasceu há mais de 20 anos como alternativa ao neoliberalismo e hoje combate “o projeto da morte” do imperialismo.

A jovem hondurenha Sinia Esperanza Rápalo Rivera, do Movimento Estudantil Revolucionário Lorenzo Zelaya, afirmou que veio conhecer o caso de Nicolás Maduro e sua esposa e entender como o país superou os terremotos.

O sindicalista panamenho Marco Moreno, dirigente do Sindicato Único Nacional de Trabalhadores da Indústria da Construção do Panamá, disse que a brigada é humanitária e pretende prestar solidariedade à população venezuelana.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) representa o Brasil; Vittória Paz afirmou que o MST acompanha a revolução bolivariana há 20 anos e seguirá defendendo a autodeterminação e soberania da Venezuela.

Brigadas permanecem ativas após a agressão militar dos Estados Unidos e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores, dizem internacionalistas; a tarefa é construir unidade contra pressões externas.

30 — número aproximado de brigadistas

9 — países de origem dos participantes

15 a 26 de agosto de 2026 — duração da brigada

24 de junho — data do duplo terremoto que deixou mais de 6 mil mortos e cerca de 23 mil desabrigados

3 de janeiro — data do bombardeio estadunidense visitado pelo grupo