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Agerst busca limitar impacto da Tarifa Social em Santa Cruz do Sul

Estudo da agência mostra reajuste de 0,13% local ou cerca de 2% se custos forem rateados pelo sistema Corsan.

Redação POLITICA.RS10 de ago. de 2026 · 16h038 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Agerst busca limitar impacto da Tarifa Social em Santa Cruz do Sul
Reprodução: www.gaz.com.br

A Agência Reguladora de Santa Cruz do Sul (Agerst) quer minimizar o impacto da Tarifa Social de Água e Esgoto sobre os demais consumidores.

Estudos apresentados no Conselho Superior indicam que o reajuste seria de 0,13% se o custo for distribuído só entre consumidores de Santa Cruz, e subiria para cerca de 2% se aplicada a metodologia do Sistema Corsan.

Agerst apresentou os levantamentos durante reunião do Conselho Superior em Santa Cruz do Sul e colocou como foco o cálculo do subsídio cruzado, mecanismo que faz os demais usuários custearem o desconto.

O levantamento mostra que apenas 308 economias em Santa Cruz do Sul estão aptas a receber a Tarifa Social, e a agência aponta que o principal entrave é a titularidade das contas, que precisa coincidir com o Cadastro Único (CadÚnico).

Agerst pretende desenvolver ação conjunta com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social para incentivar a atualização da titularidade das contas junto à Corsan e ampliar o número de famílias contempladas.

A agência estuda implantar metodologia própria com conta de compensação regulatória para identificar os valores do benefício e exigir relatórios mensais da Corsan sobre número de beneficiários e impactos financeiros.

0,13% — reajuste estimado se o impacto ficar só entre consumidores de Santa Cruz do Sul

~2% — reajuste estimado se for usada a metodologia do Sistema Corsan

308 — economias aptas hoje a receber a Tarifa Social

Agerst diz que recalculará periodicamente o índice aplicado aos demais consumidores conforme mudem os números de beneficiários, para manter transparência e evitar custos indevidos.