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Vices viram centro das estratégias para o governo de Goiás em 2026

Quatro escolhas exibem alvos distintos: legado de Iris, frente progressista, agronegócio do Sudoeste e interlocução evangélica.

Redação POLITICA.GO14 de ago. de 2026 · 01h046 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Vices viram centro das estratégias para o governo de Goiás em 2026
Reprodução: goyaz.com.br

Ana Paula Rezende (PL) é vice de Wilder Morais e traz o sobrenome Iris Rezende, força eleitoral em Goiânia e na Região Metropolitana.

A entrada de Ana Paula no PL rompe com a trajetória familiar no MDB e coloca o legado de Iris numa chapa identificada com a direita; ela pode captar votos femininos e transformar memória política em capital eleitoral.

Carlos Mundim (PDT) integra a chapa de Luís César Bueno (PT) como representação partidária e perfil técnico: advogado com carreira no serviço público, seu papel é consolidar a frente progressista.

Jacqueline Zaiden, se confirmada com Marconi Perillo (PSDB), aproximaria o tucano do agronegócio, do empresariado e do Sudoeste, especialmente Rio Verde, buscando converter influência regional em presença eleitoral mais ampla.

Luiz do Carmo (PSD) é vice de Daniel Vilela (MDB), ex-senador e ex-deputado estadual ligado ao grupo de Ronaldo Caiado, e oferece interlocução com o segmento evangélico; esse eleitorado é pulverizado e parte significativa tem afinidade com o bolsonarismo.

As quatro escolhas mostram estratégias distintas: memória política (Ana Paula), composição partidária (Mundim), território e agronegócio (Zaiden) e experiência institucional com ligação religiosa (Luiz do Carmo).

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