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Usar carro em campanha pode tirar cobertura do seguro em 2026

FenSeg diz que uso eleitoral pode alterar o risco da apólice; propaganda começa em 16 de agosto de 2026.

Redação POLITICA.GO15 de ago. de 2026 · 15h048 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Usar carro em campanha pode tirar cobertura do seguro em 2026
Reprodução: oparlamento.com.br

Motoristas que usarem veículos em atividades de campanha eleitoral podem ter o seguro negado em caso de sinistro.

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) alerta que o uso eleitoral pode configurar alteração não comunicada do perfil de utilização do veículo, justificando a recusa de indenização.

A partir de 16 de agosto de 2026 a legislação permite carreatas e outras manifestações com veículos, e o primeiro turno será em 4 de outubro de 2026.

Atividades como adesivagem extensiva, transporte de material de campanha e participação em carreatas aumentam exposição do carro e mudam a análise de risco feita na contratação.

Quando o contrato é firmado, o veículo é classificado por uso habitual — geralmente particular ou profissional — e a mudança desse perfil precisa ser comunicada à seguradora.

Se ocorrer colisão, furto ou dano durante ações eleitorais e a seguradora entender que o risco não foi informado, ela pode questionar ou negar a indenização.

Especialistas recomendam que o proprietário contate o corretor ou a seguradora antes de usar o carro em campanha e verifique a necessidade de endosso para formalizar alterações contratuais.

Cada seguradora tem critérios próprios e cláusulas específicas sobre uso do veículo; a consulta prévia é a única forma de evitar surpresas financeiras.

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