Presidente do TSE proíbe avatares (deepfakes) em campanhas presidenciais
Decisão de Kassio Nunes Marques mira uso de tecnologia para representar candidatos detidos durante convenções

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, proibiu o uso de avatares em campanhas presidenciais.
A decisão quer coibir a manipulação de representações públicas durante o período de campanha, segundo o próprio presidente.
A ferramenta de deepfake permite recriar imagens e vozes de pessoas; a técnica foi usada para exibir o ex-presidente em uma convenção partidária mesmo quando ele estava detido em sua residência em Brasília.
"A utilização desses avatares configura uso indevido da tecnologia nas disputas eleitorais", disse Kassio Nunes Marques.
A medida vale para campanhas presidenciais e entra como regra do TSE para impedir replicações digitais de candidatos durante atos de campanha.