Leandro Vilela visita projeto que produz casinhas para animais em presídio de Aparecida
A ação junta proteção animal, reaproveitamento de materiais e ressocialização; parceria com a Polícia Penal foi reforçada em 10/8.

O prefeito Leandro Vilela visitou o complexo da Polícia Penal de Goiás nesta segunda (10/8) para conhecer projetos de ressocialização ligados à proteção animal.
A parceria resultará em casinhas de madeira produzidas por reeducandos para abrigar cães e gatos comunitários usados pela Prefeitura de Aparecida.
A comitiva foi recebida pelo diretor-geral da Polícia Penal, Josimar Pires, e pelo diretor-geral adjunto, Firmino José Alves, e conheceu a Penitenciária Coronel Odenir Guimarães, espaços de visitação, parlatórios, brinquedoteca e o Módulo de Respeito.
O grupo visitou a área industrial da unidade, incluindo a confecção de vestuário e a marcenaria que fabrica móveis, berços para a rede municipal e as casinhas para animais.
As casinhas são feitas com materiais reaproveitados, como paletes, e contam com doações da iniciativa privada para aquisição de insumos.
A primeira-dama Lana Bezerra afirmou que as casinhas levarão proteção, água e alimento a animais em situação de rua e contribuem para a ressocialização.
O diretor-geral Josimar Pires disse que a produção das casinhas demonstra como a mão de obra de pessoas privadas de liberdade pode gerar resultados positivos para a sociedade.
A visita também discutiu novas cooperações: diretrizes para política municipal penal, ampliação de termos de cooperação para mão de obra de custodiados em serviços públicos e participação em manutenção urbana, dentro das normas da Polícia Penal.
10/8 — data da visita
18 meses — tempo da gestão citada por Leandro Vilela
80% — redução nos índices de criminalidade em Aparecida, segundo o prefeito, comparada a 2024
"Ao mesmo tempo em que cuidamos dos animais, estamos contribuindo para a ressocialização das pessoas privadas de liberdade", declarou o prefeito Leandro Vilela durante a visita.
A próxima etapa é avaliar formalmente a ampliação do uso da mão de obra de reeducandos em serviços como roçagem e manutenção de espaços públicos, respeitando critérios legais e normas da Polícia Penal.