GOIANIAPREV analisou carteira de R$ 1,700.662.889,72 na 13ª reunião do Comitê
Estudo ALM Estocástico apresentado em 22 de julho de 2026 propôs uma “carteira ótima” com títulos indexados e exposição a índices acionários

GOIANIAPREV avaliou uma carteira de R$ 1.700.662.889,72 na 13ª Reunião Ordinária do Comitê de Investimentos, em 22 de julho de 2026.
O estudo usado foi o Asset and Liability Management (ALM) Estocástico, que simula cenários econômicos e probabilísticos para verificar capacidade de pagamento do RPPS e informar política de investimentos.
A sugestão de alocação apresentada tinha 46,57% em NTN‑B indexadas ao IPCA; 18,86% em outros ativos atrelados ao IPCA; e 19,17% em aplicações relacionadas ao CDI.
A proposta também previa 7,41% no S&P 500, 4,66% no MSCI, 3,05% no Ibovespa e 0,29% classificados como ativos estressados.
O documento tratou a composição como “sugestão de carteira ótima”, sem afirmar que todo o montante já estava aplicado exatamente nessa distribuição na data da ata.
O Comitê reanalisou um Relatório Mensal de maio de 2025 e recomendações de consultoria sobre ativos desenquadrados, e encaminhou o processo à Advocacia Setorial do GOIANIAPREV para parecer jurídico.
A reunião abordou também procedimentos do Programa Pró‑Gestão RPPS e o relatório de governança corporativa do primeiro semestre de 2026, com recomendação de incluir um plano de contingência em revisão futura.
O cargo de presidente do Comitê estava vago após a renúncia de Oldair Marinho da Fonseca, nomeado secretário municipal da Fazenda; Ariel Silveira de Viveiros foi eleito por unanimidade para completar o biênio 2025‑2027.
O registro da ata evidencia um patrimônio previdenciário aproximado de R$ 1,7 bilhão e uma estrutura de governança que combina títulos indexados, CDI e exposição a índices nacionais e internacionais.