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Equipe de Flávio Bolsonaro avalia encurtar transição da reforma tributária

Plano mira antecipar corte de subsídios e reduzir mecanismos de compensação da regra aprovada, com prazo final em 2033

Redação POLITICA.GO19 de ago. de 2026 · 16h012 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Equipe de Flávio Bolsonaro avalia encurtar transição da reforma tributária
Agência Senado (Attribution) via Wikimedia Commons

Equipe do senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) avalia encurtar o período de transição previsto na reforma tributária.

A mudança busca antecipar a redução de subsídios e benefícios fiscais concedidos por estados e municípios, e diminuir valores destinados a mecanismos de compensação.

O sistema aprovado prevê implementação gradual até 2033, com substituição dos tributos atuais pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

R$ 500 bilhões — estimativa citada pelos aliados para subsídios atualmente concedidos

R$ 1 trilhão — estimativa para fundos de compensação e desenvolvimento regional

A campanha estuda também revisar os setores que receberam tratamentos tributários diferenciados, sem definir ainda quais atividades perderiam benefícios.

Entre os mecanismos previstos na reforma está o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais ou Financeiro-Fiscais, criado para compensar empresas com incentivos de ICMS onerosos durante a transição.

A campanha formou um grupo coordenado politicamente pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) para estudar alterações e apresentar sugestões no primeiro semestre de 2027, caso Flávio seja eleito.

O discurso mudou: antes Flávio defendia suspender as novas regras por um ano; o plano de governo agora propõe “revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso”.

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