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Em Goiás, vices são estratégia: três chapas escolheram perfis distintos

MDB, Marconi e Wilder optaram por nomes que mostram cálculo político: estabilidade, agronegócio e legado local

Redação POLITICA.GO9 de ago. de 2026 · 00h017 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Em Goiás, vices são estratégia: três chapas escolheram perfis distintos
Reprodução: www.jornalhoraextra.com.br

A escolha de vices em Goiás virou mensagem estratégica na disputa estadual deste ano.

No MDB, Daniel Vilela escolheu Luiz do Carmo para transmitir estabilidade e ampliar pontes com o PSD e o setor produtivo, um vice pensado para evitar perdas e fortalecer alianças, não para ganhar votos sozinho.

Marconi Perillo buscou um vice ligado ao agronegócio para reduzir resistência histórica nesse segmento-chave da economia goiana e reposicionar sua campanha junto ao eleitor rural.

Wilder Morais escolheu Ana Paula Rezende, apostando no peso do sobrenome Iris Rezende para dialogar com eleitores além do núcleo do PL.

A avaliação comum é que vice não apaga passado: a estratégia pode abrir portas, mas dificilmente mudará por si só percepções consolidadas do eleitorado.

Vices deixaram de ser prêmio de consolação; hoje ocupam papel central de mensagem e cálculo político nas campanhas eleitoreiras em Goiás.

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