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Candidato com TDAH propõe gratificação para professores que atuem com neurodivergentes

Samuel Carvalho (Republicanos) pede Gratiedu ampliada e cita projeto nacional (PL 4.622/2025) como base legal

Redação POLITICA.GO18 de ago. de 2026 · 16h302 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Candidato com TDAH propõe gratificação para professores que atuem com neurodivergentes
Reprodução: www.jornalhoraextra.com.br

Samuel Carvalho, candidato a deputado estadual e diagnosticado com TDAH, propõe gratificação para professores que se especializem em educação para neurodivergentes.

A proposta mira criar uma modalidade de Gratificação Adicional de Educação (Gratiedu) voltada a docentes que atuem com alunos neurodivergentes, usando o PL nº 4.622/2025 como referência legal.

Carvalho (Republicanos), empresário de Canedá e candidato à Assembleia Legislativa de Goiás, afirma que hoje há concentração no custeio da formação, não em incentivo salarial direto.

Em Goiás, a UFG mantém pós-graduação lato sensu em Residência em Educação Inclusiva, com recém-graduados atuando em sala de aula enquanto se formam.

O IFG e o IF Goiano oferecem cursos a distância e o IFG em Luziânia ministra curso presencial de Alfabetização de Crianças com Autismo.

A Secretaria de Estado da Educação de Goiás opera ciclos de formação e salas de recursos multifuncionais para Atendimento Educacional Especializado (AEE).

A prefeitura de Goiânia prevê bônus entre R$ 2.500 e R$ 10.000 para custeio de aperfeiçoamento e pós-graduação de professores.

“É legítimo, mas o profissional de educação precisa ter um incentivo direto para escolher uma especialização”, disse Samuel Carvalho sobre as práticas atuais.

O PL nº 4.622/2025 institui o Adicional Nacional de Inclusão Educacional e está pendente de análise no Congresso Nacional.

Carvalho propõe que, se o PL for aprovado, deputados estaduais goianos usem a norma nacional como base para criar a gratificação estadual.

“Nenhum modelo educacional pode sequer começar sem oferecer condições de trabalho e incentivos pessoais diretos aos professores”, concluiu Carvalho.

Próximo passo: análise do PL nº 4.622/2025 no Congresso Nacional e eventual proposta de lei estadual inspirada nesse adicional.

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