Câmara do DF debate insegurança em vias e agressões a profissionais de saúde
Parlamentares pediram fiscalização na pista reversa Granja do Torto–Sobradinho e cobraram medidas para proteger trabalhadores de saúde.

Debate na Câmara Legislativa do DF tratou de insegurança em vias e de agressões a profissionais de saúde na sessão de terça (18).
O deputado João Cardoso (PL) pediu que o Detran e o DER fiscalizem a pista reversa entre Granja do Torto e Sobradinho por falta de radar e relatos de “pegas”.
O deputado Max Maciel (PSOL) reclamou que o governo voltou atrás nas mudanças da via de acesso à ponte JK, incluindo retirada de faixas de pedestre e semáforos, e afirmou que a segurança dos pedestres deve valer mais que o risco de congestionamentos.
João Cardoso disse que já reclamou no Detran e no DER, e que o DER alegou não haver comprovação técnica de excesso de velocidade; Cardoso sugeriu que o órgão faça medição local.
O deputado Jorge Vianna (Democrata) alertou para o aumento de ataques a profissionais de saúde e citou agressões recentes a uma farmacêutica no Paranoá e a uma enfermeira em Samambaia.
"Está muito próximo o momento de morrer alguém por espancamento em um hospital público", declarou Jorge Vianna na sessão.
O deputado Chico Vigilante (PT) pediu celeridade ao Tribunal Regional do Trabalho no dissídio coletivo dos vigilantes; a data-base é 1º de janeiro, a pauta foi enviada em outubro, e a proposta patronal só veio em março, rejeitada pelos trabalhadores.
1º de janeiro — data-base dos vigilantes
Outubro — envio da pauta pelo sindicato da categoria
Março — apresentação da proposta patronal
12 mil — vigilantes abrangidos por acordos individuais assinados por seis empresas
O dissídio coletivo dos vigilantes está em análise no TRT; a decisão definirá as condições da categoria que ainda aguarda acordo.