Aparecida e MPGO discutem integrar rede municipal de proteção às mulheres
Reunião na Cidade Administrativa em 11 avaliou banco de dados, órgão coordenador e metas; implementação depende de análise técnica.

Prefeitura de Aparecida de Goiânia e Ministério Público de Goiás discutiram nesta terça (11) medidas para integrar a rede municipal de proteção às mulheres na Cidade Administrativa Maguito Vilela.
A proposta prevê integração de setores, criação de mecanismos permanentes e será avaliada pelas equipes técnicas da Prefeitura; eventual implementação depende dessa análise e da definição de instrumentos.
O prefeito Leandro Vilela recebeu a proposta que inclui implantação de um banco de dados informatizado, organização da rede municipal de proteção, definição de um órgão responsável pela coordenação e estabelecimento de metas para acompanhar as ações ao longo do tempo.
Participaram da reunião a procuradora de Justiça Ivana Farina, a secretária municipal da Mulher Carol Araújo, o procurador-geral de Aparecida de Goiânia Fábio Camargo e os promotores Andréia Zanon, Cláudia Roja, Valéria Cristina de Paula Magalhães, Renata Miguel Lemos e André Lobo.
A proposta apresentada já alcança mais de 60 municípios e considera diretrizes da Lei nº 14.899/2024; Aparecida mantém iniciativas como o Circuito das Mulheres, que reuniu mais de 3 mil participantes, e registrou aumento nas concessões de medidas protetivas nos últimos anos.
mais de 60 municípios — alcance da proposta apresentada
mais de 3 mil participantes — última edição do Circuito das Mulheres de Aparecida
A secretária Carol Araújo afirmou que "a violência pode envolver agressões físicas, violência psicológica, violência patrimonial e perseguição", defendendo identificação antecipada de casos.
As áreas técnicas da Prefeitura vão analisar como aplicar as medidas à estrutura local e definir os mecanismos necessários para colocar a política em funcionamento.